

Afetando exclusivamente
os gatos, o FIV é um vírus que diminui drasticamente as
capacidades imunitárias. A infecção FIV tem uma prolongada
fase latente ou "assintomática" que pode durar meses ou anos, ou mesmo
prolongar-se até ao fim da vida; durante esta fase, o gato
infectado não apresenta praticamente quaisquer sinais clínicos.
Mas mesmo assim, muitos dos sinais clínicos podem não ser provocados diretamente
pela própria infecção do FIV, pelo que
é importante verificar a existência de
infecções secundárias.
Os gatos infectados com FIV podem ter uma boa esperança de vida
se forem submetidos a um tratamento imediato para as
infecções secundárias.
Os testes de FIV, e também do FeLV, que sejam realizados em gatinhos menores de seis
meses, devem ser interpretados com precaução, já
que os gatinhos podem ser soropositivos por causa dos anticorpos
maternos. Estes gatinhos devem ser sujeitos à repetição do teste,
em casos raros, os anticorpos maternos podem persistir até seis meses e os
gatinhos com resultados de testes positivos às 16 semanas devem ser
sujeitos a uma repetição do teste dois meses depois.
Os gatos infectados com FIV devem ser observados com atenção para a
ocorrência de sinais clínicos secundários, de forma a ser tratados de
imediato, pois o que realmente é perigoso são as doenças
secundarias que se instalas pela carência de imunidade produzida pelo FIV.
Os potenciais riscos e vantagens da vacinação de rotina dos gatos infectados com
FIV deverão ser avaliados caso a caso. Por exemplo, o risco de
infecção é extremamente reduzido no caso dos gatos de idade mais
avançada que vivem dentro de casa e que tenham sido previamente vacinados; por
conseguinte, pode ser aconselhável evitar-se uma
vacinação de reforço. Por outro lado, a vacinação
é bastante aconselhável no caso dos gatos infectados com FIV que apresentem
um elevado risco de exposição a outros agentes
patogênicos.
Na qualidade de doença endêmica a nível mundial, o FIV foi isolado pela primeira
vez em 1986. Existem cinco subtipos diferentes, e a infecção
transmite-se sobretudo através da saliva e nas mordeduras. O vírus
sobrevive apenas alguns minutos fora do hospedeiro e é susceptível a todos os
desinfectantes, incluindo o sabão comum.
Uma vez transmitido, o vírus aloja-se no corpo para sempre. Não existe cura, mas
o animal pode viver uma vida normal e longa, desde que o seu amigo que cuida
dele proporcione os cuidados necessários.
Em caso de gatis, é aconselhável a separação do animal dos animais sadios.
Todos os logos, imagens e artigos deste site são propriedade dos respectivos criadores. © 2009 JOPEU.NET
WebMaster: JOPEU - José Pedro Cariboni E-mail: clicando aqui.
Criação: webdesigner José P. Cariboni - clicando aqui.